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0 commentsexta-feira, 27 de março de 2015
Uma mulher foi assassinada pelo ex-companheiro, no final da tarde desta quinta-feira (26), na cidade de Pirpirituba-PB. O crime aconteceu na residência da vítima na rua Benedito Marques, nº 167, nas proximidades dos Correios.
Jandeilma dos Santos Lima, 19 anos, estava separada do acusado identificado como Luan da Silva Gomes, 25 anos, que trabalha como vaqueiro. Josivânia Martins de Lima, irmã da vítima disse que a ela foi morta a facadas na frente da filha de apenas 3 anos, quando se preparava para se mudar.
Ainda segundo Josivânia, depois do crime, o acusado fugiu de moto.
Confira os detalhes no vídeo abaixo, na reportagem de Juka Martins, da TV Portalmidia
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Médicos João Alberto Brandão, Cláudio Rogério e Jeferson Skulski foram detidos em Poços de Caldas (Foto: Reprodução EPTV)
A Polícia Militar (PM) prendeu, na tarde desta segunda-feira, três médicos acusados de participar de uma quadrilha de tráfico de órgãos, chamada de 'Máfia dos Órgãos', que agia no Sul de Minas Gerais. Os três são acusados pela morte de Paulo Lourenço Alves, de 41 anos, em janeiro de 2001. Segundo a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o atestado de óbito consta que a vítima morreu por causa de um hematoma cerebelar e hipertensão arterial. Porém, no prontuário não consta o laudo de exame que comprova a morte cerebral. Mesmo assim, o paciente teve rins e córneas extraídas.


Três médicos foram presos nesta segunda-feira (23) em Poços de Caldas (MG) acusados de irregularidades na constatação da morte e remoção de órgãos de um homem de 41 anos em 2001. Segundo a Polícia Civil, os mandados de prisão foram expedidos pelo juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, após mandado de prisão expedido em razão da sentença condenatória.
As audiências de instrução e julgamento referentes ao caso foram realizadas em julho de 2014 no Fórum de Poços de Caldas. O nefrologista João Alberto Góes Brandão, o urologista Cláudio Rogério Carneiro Fernandes e o radiologista Jeferson André Saheki Skulski são acusados da retirada ilegal de córneas e rins de Paulo Lourenço Alves, na época com 41 anos, na Santa Casa de Poços de Caldas. Eles foram condenados a 19, 17 e 18 anos, respectivamente.
Os profissionais foram detidos, levados para a Delegacia de Polícia Civil de Poços de Caldas e de lá encaminhados ao presídio da cidade. Outros três médicos envolvidos com o caso permanecem em liberdade, mas receberam medidas cautelares.
De acordo com o juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, a sentença conclui que o paciente Paulo Lourenço Alves ainda estava vivo quando os médicos fizeram a retirada dos órgãos.
O único médico que falou com a imprensa foi Cláudio Rogério Carneiro Fernandes. "Deus vai resolver isso. Já resolveu uma vez e vai resolver de novo essa injustiça", disse.
Dois dos médicos acusados por este crime – João Alberto Góes Brandão e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes  - já foram condenados em outros casos da chamada ‘Máfia dos Órgãos’. Este último chegou a ficar preso por 30 dias pela condenação de 17 anos, por envolvimento no caso do menino Paulo Veronesi Pavesi, o Paulinho, em 2001. O caso ficou conhecido como 'Caso Pavesi' e foi o que deu início às investigações a outros oito casos referentes ao tráfico de órgãos na cidade.
Procurado, o advogado José Arthur Kalil que defende os médicos João Alberto Góes Brandão e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes disse que vai recorrer da decisão e entrar com pedido de habeas corpus.
O advogado Fábio Camargo de Souza, que defende o radiologista Jeferson Skulski, informou que vai entrar com pedido de habeas corpus.

Outros médicos envolvidos permanecem soltos

Envolvidos neste caso, o gastroenterologista Paulo César Pereira Negrão foi condenado a 16 anos, mas o juiz entendeu que a participação dele não era suficiente para a prisão e por isso o profissional vai cumprir apenas medidas cautelares em liberdade. O advogado dele, Dório Ferreira Grossi disse que ainda não teve acesso à sentença.
O médico anestesiologista José Júlio Balducci, ex-secretário de Saúde de Poços de Caldas foi absolvido no caso.
A oftalmologista Alessandra Queiroz Araújo não vai ser presa porque o juiz entendeu que a pena era pequena e foi prescrita.

Caso foi julgado em julho de 2014 em Poços de Caldas (Foto: Reprodução EPTV)

Entenda o caso

O caso denominado como ‘Caso 5’  aconteceu há 15 anos e vitimou Paulo Lourenço Alves, na época com 41 anos. Segundo o processo, a vítima morreu em 15 de janeiro de 2011 no Hospital da Santa Casa. Após a morte encefálica,  as córneas teriam sido retiradas e enviadas para Varginha (MG) e os rins, embora retirados, não foram transplantados.
De acordo com a denúncia,  no prontuário da vítima não consta o laudo do exame que comprovaria a morte cerebral do paciente, que teria sido doador cadáver. Não foram encontrados também registros médicos relatando as condições clínicas do paciente e nem foi possível confirmar se as córneas foram encaminhadas para Varginha.
Para a promotoria, o paciente que teve os órgãos retirados em 2001 ainda estava vivo antes da cirurgia e os seis médicos que participaram do procedimento foram denunciados pela falha no diagnóstico de morte encefálica e remoção ilegal de órgãos.
Para o Ministério Público, há a denúncia de que o paciente havia ingerido bebida alcoolica no dia anterior à internação. Dessa forma, nenhum procedimento a fim de diagnosticar a morte encefálica deveria ter sido realizado, já que o álcool funciona como depressor do Sistema Nervoso Central (SNC). Por isso, os médicos são acusados de ter condutas que teriam como finalidade a morte da vítima para a captação dos órgãos.
O nefrologista e intensivista João Alberto Góes Brandão é apontado como o participante de todas as fases da captação, o que é expressamente proibido pela Lei de Transplantes. Segundo o Ministério Público, ele teria assistido ao paciente, mas não teria executado os procedimentos necessários para salvar a vida do mesmo e teria feito o exame para diagnosticar a morte encefálica de forma fraudulenta.
O denunciado também procedeu a notificação ao MG Sul Transplantes - entidade considera clandestina - e também avisou a família sobre a morte cerebral do paciente, obtendo autorização para a doação. Já o urologista e cirurgião Cláudio Rogério Carneiro Fernandes atuou diretamente na extração dos rins do doador.
Ainda na denúncia da promotoria, o gastroenterologista Paulo César Negrão atestou o diagnóstico de morte encefálica sem observar parâmetros legais. E o radiologista Jeferson Skulski usou técnica diferente da recomendada na literatura médica para a detecção da morte, o que impossibilitou o diagnóstico correto.
O médico José Júlio Balducci participou como anestesista da cirurgia de retirada de órgãos da vítima. Já a oftalmologista Alessandra Angélica Queiroz Araújo foi responsável pela extração das córneas, mesmo não possuindo autorização legal para realizar transplantes.
Para a promotoria, todos os envolvidos sabiam que a vítima poderia ainda estar viva e ainda assim prosseguiram com a cirurgia, assumindo o risco de morte do paciente.

Paulinho Pavesi morreu aos 10 anos após cair, passar por cirurgia e ter os órgãos removidos (Foto: Paulo Pavesi/ Arquivo Pessoal)


Outros casos relacionados e a Máfia dos Órgãos

Os médicos aparecem ainda em outros processos ligados à 'Máfia dos Órgãos'.  O 'Caso 2', que foi julgado recentemente está ligado ao 'Caso 3', que ainda tramita na Justiça e terminou com a morte da vítima Alice Mezavila Tavares, na época com 49 anos, após receber um rim doado por um paciente supostamente assassinado. Ela esperou pelo menos três anos pelo transplante do órgão e segundo a família, as causas apontadas pela Santa Casa foram infecção generalizada e insuficiência renal crônica. Em outra caso, uma vítima de 50 anos não teve os órgãos captados, no entanto, o motivo não consta no prontuário médico. A morte aconteceu no dia 6 de junho de 2001.
As investigações de diversos casos referentes à retirada ilegal de órgãos na Santa Casa de Poços de Caldas tiveram início após a morte do menino Paulo Veronesi Pavesi, o Paulinho, em 2000. A criança, na época com 10 anos, teria tido os órgãos removidos enquanto ainda estava viva. Em 2013, três dos médicos envolvidos foram condenados em primeira instância a penas que variam entre 14 e 18 anos  e dois deles passaram um mês detidos no Presídio de Poços de Caldas. Eles conseguiram o direito de recorrer em liberade, mesmo após as condenações.
Há ainda a expectativa de que outros quatro médicos sejam levados à júri popular por conta da morte do Caso Pavesi. No entanto, no começo deste mês, o julgamento deste caso, que acontecia em Belo Horizonte, foi suspenso. O Caso 1 também já foi julgado e condenou os médicos Alexandre Crispino Zincone, João Alberto Góes Brandão, Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes em primeira instância.

Fonte: Globo
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A família do padre José Dantas Filho, 55 anos, que faleceu no último sábado (21), em decorrência de um problema cardíaco, denunciou, quarta-feira (25), que o sacerdote viveu os últimos 12 anos de sua vida, na cidade de São José de Caiana, abandonado pela Igreja Católica.

Josefa Dantas, irmã do religioso, desde que chegou ao Caiana, Padre Dedé, como era conhecido o sacerdote, não recebia salário e sobrevivia graças à aposentadoria da mãe, uma idosa de 80 anos. Ele era natural de Itaporanga. “Se não fosse a ajuda de mãe, ele passava fome, porque não tinha dinheiro para nada: não se alimentava bem por falta de condição e nem seu plano de saúde pode continuar pagando porque depois que chegou ao Caiana, não recebia nada da Igreja”, declarou.

“Vi ele muitas vezes comer feijão puro e passar outras necessidades, porque o salário de mãe era quase todo pra comprar remédio e não sobrava quase nada. Apesar do abandona, ele nunca reclamou de nada, se mantinha sempre feliz”, acrescentou.

Segundo Josefa, “quem via o padre Dedé nas celebrações e atividades paroquiais em São José de Caiana não imaginava quanto difícil era sua vida”. “Nem ele próprio se importava com o sofrimento e se dedicava de corpo e alma à obra da fé, mantendo-se firme no sacerdócio e conquistando todos pela simplicidade, carisma e devoção à Igreja”, afirmou.

Doença

O padre descobriu que tinha um problema no coração em fevereiro de 2014, mas a falta de condição financeira impossibilitou um tratamento imediato e eficaz. O padre chegou a fazer um cateterismo, mas precisava de uma cirurgia que custava R$ 70 mil  e a família apelou para a caridade pública, na tentativa de angariar o dinheiro. “São onze irmãos, e cada um saiu pedindo por um lado, fizemos bingo e muita gente ajudou, mas também fomos muito humilhados, porque muita gente dizia que padre tem dinheiro e não precisa de ajuda”, contou Josefa.

MaisPB
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Atendendo a solicitação de entidades representativas dos policiais, o senador paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB), apresentou projeto de lei (PSL) que altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, para conceder porte de arma de fogo aos policiais e aos bombeiros militares inativos. O objetivo é alterar o Estatuto do Desarmamento para conceder o porte de arma de fogo aos servidores inativos da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Ferroviária Federal, das Polícias Civis, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares.

O PSL foi motivado após a recente decisão pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça(STJ), ao julgar um Habeas Corpus oriundo de São Paulo, em dezembro de 2014. Pela decisão, “o porte de arma de fogo está condicionado ao efetivo exercício das funções institucionais por parte dos policiais, motivo pelo qual não se estende aos aposentados”. Os Ministros baseiam essa decisão no art. 33 do Decreto nº 5.123/2014, que regulamentou o art. 6º da Lei nº 10.826/2003 (a chamada lei do desarmamento).

Controvérsia – Ocorre, no entanto, que o art. 37 do mesmo Decreto n° 5.123, de 1° de julho de 2004, concede o porte de arma aos policiais e aos bombeiros militares inativos, desde que observados requisitos, como a propriedade da arma de fogo (as armas de fogo da corporação devem ser devolvidas por ocasião da passagem para a inatividade) e a realização de avaliação psicológica a cada três anos.

Nesse sentido, o senador quer através deste projeto evitar que decisões judiciais retirem dos servidores inativos dos órgãos de segurança pública o legítimo direito ao porte de arma.



Para o presidente do Clube dos Oficiais da Paraíba, coronel Francisco de Assis da Silva, a iniciativa do senador Cássio veio em boa hora pois o entendimento da justiça, com base na lei atual, tem sido a de não autorizar que o policial reformado porte uma arma de fogo, “a iniciativa do senador Cássio atende a uma grande preocupação de toda a categoria policial pois passamos 30 anos em confronto com foras da lei e de repente o policial passa a não poder cuidar da sua própria segurança após ir para a reforma.

Cássio destacou que é preciso levar em consideração de que se trata de uma categoria que durante todo o exercício de suas atividades constrói relações que contrariam a ação dos marginais. E depois da reforma, esses profissionais se tornam vulneráveis e sem o mínimo de proteção sendo vítimas frequentes de represálias e vinganças,”, finaliza.

Cariri Ligado
0 commentquinta-feira, 26 de março de 2015
Vinte e um suspeitos de praticar roubos foram detidos, das 7h da última terça-feira (24) até às 7h desta quinta-feira (26), nas cidades de João Pessoa, Patos, Campina Grande, Brejo do Cruz, Santa Rita, Guarabira e Cajazeiras. O balanço foi divulgado pela Polícia Militar, que reforçou as ações de combate aos crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) em diversos pontos do estado.
Na Capital, foram 10 pessoas detidas por roubo, a última delas no bairro de Manaíra, durante a noite dessa quarta-feira (25). Jailton Marinho da Silva, de 22 anos, roubava celulares de pessoas, nas principais ruas. Outros dois suspeitos que estavam com ele conseguiram fugir. O caso foi levado para a 12ª Delegacia Distrital.
Em Cajazeiras, no Sertão, foram quatro prisões de suspeitos de roubos nas últimas 48 horas. Nas ações, uma arma foi apreendida e vários objetos recuperados, inclusive com suspeitos de assaltar uma gráfica no município.
O reforço das ações incluem bloqueios em pontos específicos e aumento do número de rondas nos locais com maiores incidências de roubos. As atividades continuarão intensificadas.

O balanço foi divulgado pela Polícia Militar. (Foto: Divulgação / Nordeste1)
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Morreu na manhã desta quinta-feira (26) o ator carioca Jorge Loredo, de 89 anos. Conhecido pelo papel de Zé Bonitinho, o humorista estava internado desde fevereiro, em estado grave. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Jorge Loredo descobriu sua vocação para o humor de uma maneira bastante inusitada, ao ser incentivado a atuar no grupo teatral de um hospital onde foi internado com tuberculose aos 20 anos de idade. O ator se inspirou num amigo que se achava galã para conceber o Zé Bonitinho, figura caricata que se gaba por conquista mulheres com seu charme e jogos de palavras em inglês.

Zé Bonitinho, ultimamente, podia ser visto em A praça é nossa, mas fez parte de diversos humorísticos da televisão nacional. O personagem estreou na televisão em 1960 no programa Noites Cariocas, exibido pela extinta TV Rio. Paralelamente, exerceu a profissão de advogado, especialista em Direito Previdenciário e do Trabalho.

Diário de Pernambuco
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A política está chegando, e um bando de corvos estará em vossas portas pedindo votos e se dizendo o melhor para a cidade. Perdoe-me a sinceridade, sei que alguns parlamentares (vereadores) de Alagoa Grande não andam gostando das minhas sinceridades, mas repensem o que as Vossas Excelências estão fazendo sentados na cadeira de uma câmara, onde tem por direito REPRESENTAR O POVO, teoricamente e PRATICAMENTE, mostrando preocupação com as classes, sejam elas: educação, saúde, transporte, meio ambiente, etc... Mostrem para que vieram e para que estão ai. Não quero acreditar, em hipótese alguma, que são apenas de enfeites para preencher as cadeiras da Casa .

PEDIDO

População de Alagoa Grande participem das sessões, mesmo que sejam (menos de uma hora), mas compareçam, observem e vejam em quem vocês votaram, para que não possam cometer o mesmo erro no próximo ano. 
A grande maioria, QUASE UNANIMIDADE, não tem nenhum compromisso para com o povo, o que querem é garantir o (R$) no bolso e o resto que se dane. Em 2016 terão vários “santos” em vossas portas, se dizendo a solução para todos os problemas e o melhor nome para representar o povo do município. E muitos dos que ai estão, vos procurarão para mais uma vez fazer aquele velho discurso “blá blá blá blá”... Cuidado!!!

A alguns amigos que ficaram chateados pelas minhas postagens, inclusive por essa também, peço que não fiquem. Pois, isso não são críticas para denegrir a imagem e nem tampouco destruir a dignidade de ninguém, mas sim para que revejam suas atitudes e seus modos de administrar uma cidade e representar uma população. O povo confiou em vocês, votaram e vocês e contam com suas garras, dignidades e coragem para lutar pelos eleitores que com muito esforço e confiança, colocaram vocês no poder.

Muitas coisas precisam melhorar no município, e uma delas, MUITO IMPORTANTE POR SINAL, são os nomes na Câmara Municipal...

Obrigado pela leitura! Até breve!